segunda-feira, 28 de janeiro de 2008


você já fez cirurgia alguma vez na sua vida?
você já quebrou um dente alguma vez na vida?
olha só que interessante a imagem acima.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Faço tua a minha carne
E a como com fome de quem tem
Me alimento
Após horas, me deito
Descanso o corpo, mas sonhos me falam do futuro
Que contece quando acordo
O pesadelo, não é mais pesadelo, é verdade
Esse fruto foi plantado da forma errada, na época errada, e está bichado
Colhi, e comi, mas estava estragado
Deveria ter sido deixado de lado
Agora sofro dessa comilança
Peço perdão pela burrice
Do culto oculto no culto que se faz ausente na presença do ser no momento do presente,
que era futuro, mas se fez passado

sábado, 29 de dezembro de 2007

O que fazer nesse calor de derreter?
Já sei: me refrescar e olhar um filme.
Tchau pra vocês.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Niguém sabe do que eu sou capaz
Quem lê esse blog, vê a imagem, não sabe quem eu sou
Eu sei quem eu sou e o que eu fiz
Só não sei o que posso fazer
Sei que tenho o poder
Eu decido
Eu faço
Mas não importa...
Existe muito mais além de mim, de ti e de todos nós, que é maior que tudo isso
O que importa é:
Você quer conhecê-lo?
Quer saber quem tem o poder sobre tudo?

sábado, 1 de dezembro de 2007

Eu era um cara legal, mas a gurizada do colégio tinha medo de mim. Só porque eu era morador de vila, e na rua dos fundos da minha casa mataram três caras. Que que tem? Será que na rua da sua casa não mataram ninguém? O ser humano respeita outro, se esse impõem a sua força, mesmo que seja uma imposição psicológica. Há os que desafiam o perigo, e aqueles que demonstram o perigo, mas não são perigosos. Eu, até hoje, não sei se sou perigoso pra alguém, na verdade não fiz e não faço mal a ninguém. Mas porém é necessário impor respeito. No segundo grau era matar ou morrer, ou tu ganhava uma tampinha pra pintar, era humilhado, tendo que medir a faixa de pedestres com palito de fósforo (de lado), ou rolar uma pilha e medir a rampa. Fumar era moda, a gurizada fumava demais. Alguns fumavam cigarros apenas, desses que se compra em qualquer buteco. Outros: maconha. Haviam os que roubavam o material alheio, o furto ocorria por diversos motivos: para roubar mesmo, e sabe-se lá, se comercializavam teus esquadros de acrílico, ou apenas causavam prejuízos aos colegas, como uma forma sádica de ver pessoas sem dinheiro tendo que gastar para poder ter novamente o material.

domingo, 25 de novembro de 2007

O esperto saiu para caçar, mas não encontru caça alguma? E agora , o que ele faz?