quinta-feira, 6 de maio de 2010
Paisagem
Quero só apreciar a vista sozinho. Apenas ficar no ponto alto olhando tudo em volta. Não me misturar na paisagem, deixa ela quieta lá, só pra ficar olhando. E o tempo que passe, e o clima mude, e a noite chegue. Quero sentir o vento, o frio, o calor. Lá eu quero olhar a paisagem.
Desejo de isolamento
A falta de vontade faz bem, não sei pra quem.
Reclame
Reclame
Pessoas
Pessoas
Reclamam
Reclamam
E ninguém faz nada
Só reclama!
Só reclama!
Que desejo de arrumar uma salinha, sem porta e nem janela, mas que a Dona Clara não more nela. Eu quero me trancar, com um computador e um monte de serviço. Só saio de lá de noite. Ou quando for para me divertir. Ou quando for por suprir as necessidades diárias: banho, banheiro, comida, descanso. E que não tenha msn, nem rádio, nem telefone. Só quero serviço bem remunerado. Um serviço solitário. Um serviço que seja bom pra mim. Um serviço bem feito! E quanto menos eu precisar falar com alguém, melhor.
Reclame
Reclame
Pessoas
Pessoas
Reclamam
Reclamam
E ninguém faz nada
Só reclama!
Só reclama!
Que desejo de arrumar uma salinha, sem porta e nem janela, mas que a Dona Clara não more nela. Eu quero me trancar, com um computador e um monte de serviço. Só saio de lá de noite. Ou quando for para me divertir. Ou quando for por suprir as necessidades diárias: banho, banheiro, comida, descanso. E que não tenha msn, nem rádio, nem telefone. Só quero serviço bem remunerado. Um serviço solitário. Um serviço que seja bom pra mim. Um serviço bem feito! E quanto menos eu precisar falar com alguém, melhor.
Não, não, não
É...
Não ocorrem idéias, só besteiras
Nada de bom pra falar
Melhor ficar quieto
Talvez seja o sono misturado com preguiça
Uma coisa em decorrência da outra
Tudo a mesma porcaria
Pensamentos negativos, esses não faltam
Que não seja nada de bom
O que se pode fazer é não dizer
Não ocorrem idéias, só besteiras
Nada de bom pra falar
Melhor ficar quieto
Talvez seja o sono misturado com preguiça
Uma coisa em decorrência da outra
Tudo a mesma porcaria
Pensamentos negativos, esses não faltam
Que não seja nada de bom
O que se pode fazer é não dizer
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Firme que nem uma gelatina
A fé do nego véio, como anda?
Firme que nem uma gelatina.
Firme que nem maria mole.
Firme que nem caganera.
Firme que nem uma gelatina.
Firme que nem maria mole.
Firme que nem caganera.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Hoje a nuvem negra está por perto
Cuidado com as coisas que vêm do inferno. Se quiser, não leia.
O que é ruim tem de sobra. Nunca se esqueça disso.
Em nome da arte eu escrevo.
Eu sei fazer você ter nojo.
Eu escrevo o que a maioria não quer ler. Mas eu desperto sentimentos nas pessoas.
Mesmo que sejam sentimentos ruins.
A vida não é só coisa boa. Eu vou te lembrar disso, e tu não vai gostar.
Em nome da arte, as coisas devem ser ditas, mesmo que malditas.
O que é ruim tem de sobra. Nunca se esqueça disso.
Em nome da arte eu escrevo.
Eu sei fazer você ter nojo.
Eu escrevo o que a maioria não quer ler. Mas eu desperto sentimentos nas pessoas.
Mesmo que sejam sentimentos ruins.
A vida não é só coisa boa. Eu vou te lembrar disso, e tu não vai gostar.
Em nome da arte, as coisas devem ser ditas, mesmo que malditas.
Hoje o espírito dessa música lembra você da morte que há de vir
A Fonte
Legião Urbana
Composição: Dado Villa-Lobos / Renato Russo / Marcelo Bonfá
O que há de errado comigo
Não consigo encontrar abrigo
Meu país é campo inimigo
E você finge que vê, mas não vê
Lave suas mãos que é à sua porta que irão bater
Mas antes você verá seus pequenos filhos trazendo novidades
Quantas crianças foram mortas dessa vez?
Não faça com os outros o que você não quer
Que seja feito com você
Você finge não ver e isso dá câncer
Não sei mais do que sou capaz
Esperança, teus lençois têm cheiro de doença
E veja que da fonte sou os quilômetros adiante
Celebro todo dia
Minha vida e meus amigos
Eu acredito em mim
E continuo limpo
Você acha que sabe
Mas você não vê que a maldade é prejuizo
O que há de errado comigo?
Eu não sei nada e continuo limpo
Ao lado do cipreste branco
À esquerda da entrada do inferno
Está a fonte do esquecimento
Vou mais além,não bebo dessa água
Chego ao lago da memória
Que tem água pura e fresca
E digo aos guardiões da entrada
"Sou filho da Terra e do Céu"
Dai-me de beber, que tenho uma sede sem fim
Olhe nos meus olhos, sou o homem-tocha
Me tira essa vergonha, me liberta dessa culpa
Me arranca esse ódio, me livra desse medo
Olhe nos meus olhos, sou o homem-tocha
E esta é uma canção de amor
E esta é uma canção de amor
Legião Urbana
Composição: Dado Villa-Lobos / Renato Russo / Marcelo Bonfá
O que há de errado comigo
Não consigo encontrar abrigo
Meu país é campo inimigo
E você finge que vê, mas não vê
Lave suas mãos que é à sua porta que irão bater
Mas antes você verá seus pequenos filhos trazendo novidades
Quantas crianças foram mortas dessa vez?
Não faça com os outros o que você não quer
Que seja feito com você
Você finge não ver e isso dá câncer
Não sei mais do que sou capaz
Esperança, teus lençois têm cheiro de doença
E veja que da fonte sou os quilômetros adiante
Celebro todo dia
Minha vida e meus amigos
Eu acredito em mim
E continuo limpo
Você acha que sabe
Mas você não vê que a maldade é prejuizo
O que há de errado comigo?
Eu não sei nada e continuo limpo
Ao lado do cipreste branco
À esquerda da entrada do inferno
Está a fonte do esquecimento
Vou mais além,não bebo dessa água
Chego ao lago da memória
Que tem água pura e fresca
E digo aos guardiões da entrada
"Sou filho da Terra e do Céu"
Dai-me de beber, que tenho uma sede sem fim
Olhe nos meus olhos, sou o homem-tocha
Me tira essa vergonha, me liberta dessa culpa
Me arranca esse ódio, me livra desse medo
Olhe nos meus olhos, sou o homem-tocha
E esta é uma canção de amor
E esta é uma canção de amor
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