terça-feira, 28 de outubro de 2003

Agora eu vou almoçar e não vou escrever até ter outra oportunidade de acessar isso aqui.

sexta-feira, 24 de outubro de 2003

quinta-feira, 23 de outubro de 2003

Tem dias que cansa
Criticar não trás boas coisas
Pessoas consideradas boas
Conhecendo suas almas
Vemos seus defeitos
É humano
É mal
Bêbado mulherengo
Serviçal
Viado vagabundo
Interesseira
Gigolô
Canalha
Pessoas que se odeiam de maneira sutil
Detestam uns aos outros mutuamente
Cinismo
Tu lá no meio sem saber o que fazer
Entregarás a tua alma?
Absorvirá as teorias criadas a partir de experiências frustrantes da vida real?
Acreditará que podes mudar alguma coisa?
Herdará os defeitos da podridão humana?
Insistirá nos relacionamentos que aparentemente contrariam a lógica
como um ato de desespero em busca da felicidade,
mesmo sabendo que poderá frustar-se ainda mais?
Quem tu és?
Que não sou eu.

sexta-feira, 17 de outubro de 2003

: )
Tou aí, pensando. Sem falar muito. Não sei o que estou fazendo aqui. Não há como fazer alguma coisa tenho que esperar para cumprir compromissos. Enquanto isso, não acho lugar definido para esperar. Outras coisas irão esperar. Terei que esperar. Agonia. Quando chegará? O tempo demora a passar enquanto isso. Muitos desejam descanso. Eu o tenho agora.
Parado, deitado na cama, olhando pro teto, enquanto os demônios que habitam a mente, ficam conversando:

- Então?
- Nada.
- Não sei.
- Não sabe, o quê?
- Apenas não sei.
- Se é bom... se é ruim... não sei.
- É, estar vivo, pensar que sabe alguma coisa...
- Na verdade sabe, mas tem um medo inexplicável de alguma coisa que não vê, não sabe o que é.
- Está a beira da loucura.
- Se questiona sobre o que é amor.
- Se questiona sobre tudo.
- Sem conclusões.
- Está aprisionado.
- Olha só, não consegue se mexer.
- Está em transe.
- Até sei que ele vai tentar terapia.
- Vamos morrer?
- Aí, eu não sei, mas sempre vamos estar com ele.

A conversa continua. Mas sem saber, permanece olhando fixo pra lugar nenhum.

terça-feira, 7 de outubro de 2003

No buteco...

- Minha mina não fuma beck, mas também não se importa que eu fume na frente dela.
- É...
- Se ela se importar, também, eu troco ela por outra. Esse papo de amor não existe.
"Pessoas são descartáveis. Como mercadorias. Elas apenas servem ou não servem. Produtos. Amor não existe." - pensou o rapaz enquanto ouvia - "Isso é a cabeça desse cara. Ele não deixa de ter uma certa razão."
- Pois é...

...

- Porque Freud explica...
- Pega e enfia ele no cu, então!

...

- Pois é, Nietzsche dizia que... blá, blá, blá....
- Nietzsche e Freud não são coisas inúteis pra quem lê, mas agora tu querer justificar toda a tua vida por causa desses filhos da puta, já é demais! Vê se acorda, seu troxa! VAI APRENDER A PENSAR POR SI MESMO!!!